Câmeras de Vigilância: Como escolher?


Como escolher uma câmera de segurança adequada para suas necessidades:

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As câmeras de segurança são peças fundamentais num conjunto de sistemas de vigilância eletrônica (CFTV), além dos equipamentos de gravação (DVR’s). Escolher câmeras para distribuir na sua estrutura requer um estudo dos ambientes em que serão instaladas e adquiridas conforme as estratégias de aquisição das imagens seja favorável. Muitos requisitos envolvem a questão do tipo de câmera, que determina qual a resolução ideal para determinados ambientes, os sensores embutidos, alcance máximo, ângulo de alcance, etc….

Câmeras recomendadas para instalação:

 

1. Tecnologia e formato do sensor de imagem:

Há duas tecnologias de sensores no mercado das câmeras de segurança: CMOS e CCD(Charge Coupled Device). O CMOS gera ruídos em ambientes com baixa luminosidade, já o CCD tem mais nitidez, cor e maior sensibilidade, o que dispensa a necessidade de muita luz no local, diminuindo a presença de ruídos.
O formato do sensor implica no ângulo de gravação da imagem. O formato 1/3, por exemplo, capta em 68º, gerando maior ângulo da cena. Enquanto o 1/4 capta um ângulo menor que 54º.
As câmeras com formato 1/4 costumam ter valores mais acessíveis.

 

2. Resolução

Dê preferência a câmeras com qualidade de resolução superiores. Quanto maior a quantidade de linhas, melhor a qualidade. No mercado é comum encontrar câmeras de 380, 420 e 480 linhas. Acima de 500 somente são encontradas câmeras profissionais.

 

3. Ambiente

Escolha a sua câmera de segurança de acordo com o ambiente que deseja registrar. Câmeras de modelos Pan tilt, por exemplo, são melhores para ambientes externos, enquanto as de domo são conhecidas para os ambientes internos.

 

4. Cor

Em ambiente pouco iluminado ou em cenas noturnas nenhuma câmera filmará colorido.

Quanto a cor, existem três tipos de câmeras.

  • Preto e Branco: somente gera imagem nessa escala de cor
  • Colorida: durante o dia gera imagens coloridas e a noite preto e branco
  • Day/Nigth: durante o dia gera imagens coloridas e durante a noite gera uma imagem preto e branco com qualidade maior que a da colorida. O preço desse modelo costuma ser maior.

 

5. Formas de registro

Algumas câmeras oferecem um software de gravação que salva cerca de 30 a 45 dias em um HD. Diferentes modelos também têm Wi-Fi, que envia as imagens direto para a nuvem, com entrada para cartão de memória.

 

– Infravermelho

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É o tipo de câmera mais procurado para ambientes com pouca luz, pois são capazes de iluminar uma área de 15 a 30 metros, oferecendo uma qualidade de imagem maior que outros modelos.
Modelos com infravermelho pode clarear uma área de até 30 metros.

 

– Dome

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As câmeras Dome são utilizadas tanto interna como externamente. A qualidade da imagem colorida é alta e é possível encontrar modelos à prova de vandalismo, por exemplo.

 

– Pro box

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As câmeras Pro box são conhecidas pela alta qualidade de vídeo e são perfeitas para comércios. Geralmente os modelos são day/night, com lentes que podem ser alteradas com base no ângulo de visão.
Modelos Pro box costumam ter maior qualidade de imagem.

 

– Pan tilt com zoom

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A Pan tilt tem a capacidade de se mover para cima, para baixo ou para os lados, além de possuir zoom. O usuário pode, por exemplo, ampliar um rosto mesmo de longe. Geralmente são utilizadas em aeroportos ou grandes lojas.
Modelos Pan tilt podem se mexer e dar zoom.

 

– Ocultas

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Este modelo deve ser o que oferece maior grau de vigilância, principalmente se o usuário não quiser que ninguém saiba que a câmera está em determinado local. A desvantagem é que não são equipadas com infravermelho, limitando o desempenho em ambiente mal iluminados.
A câmera oculta pode ser colocada em quadros e espelhos.

 

TextoChristiano Candido

Fonte: Pesquisa na Internet

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O que é um CMS?


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CMS (Content Management System ou Sistema de Gerenciamento de Conteúdo) são softwares (geralmente de licenças de códigos abertos) onde seus usuários podem editar ou criar conteúdos de websites de maneira muito prática e rápida. São usados com frequentemente para armazenar, controlar, prover documentação  como, por exemplo, manuais de operação, manuais técnicos, brochuras de marketing, notícias, artigos, etc…. O conteúdo pode conter imagens, áudios e vídeos. O sistema CMS é acessado através de web browsers (navegadores de internet) e possui uma linguagem visual, muito simples e intuitiva.

Os benéficos dos CMS’s são:

  • Baixo custo de manutenção e atualização;
  • Praticidade para criação de novas áreas, menus e conteúdo;
  • Facilidade para atualização e edição de artigos, imagens, banners, etc;
  • Flexibilidade no desenvolvimento de projetos em diferentes portes, sendo adequado a cada necessidade;
  • Posicionamento nos buscadores (Google, Yahoo!, etc);
  • Variações de funcionalidades no site (Ex.: disparador de e-mail marketing, gerenciador de downloads para os visitantes, podcast, integração com vídeos, inúmeras variações de visualizações de galeria de imagens, enquetes, entre muitas outras);
  • Velocidade de carregamento;

Os CMS’s podem ser utilizados em sites pessoais, micro e pequenas empresas até grandes portais mundiais. Graças a sua grande flexibilidade isso é possível. Além da “leveza” dos sistemas CMS, ainda existem mais de 5 mil plug-ins de funcionalidades específicas prontos para utilização.

Um CMS permite que a empresa tenha total autonomia sobre o conteúdo e evolução da sua presença na internet e dispense a assistência de terceiros ou empresas especializadas para manutenções de rotina.

Estão disponíveis hoje diversas plataformas de Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo como Joomla!, Drupal, Mambo, WordPress, etc…

Vamos ver algumas dessas plataformas gratuitas:

WordPress

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Mais conhecido por ser uma das principais plataformas de blogs da atualidade, o WordPress também é amplamente respeitado pelo seu CMS baseado em PHP. Ele é gratuito, está repleto de recursos extras (como plugins e templates prontos e também gratuitos disponíveis na web) e é utilizado por inúmeros sites grandes, muitos dos quais você deve acessar, como o site sobre tecnologia TechCrunch, o site sobre entretenimento Variety e a BBC America.

Além disso, figuram entre as vantagens do WordPress a sua comunidade vasta e atuante, algo sempre útil para ajudar na solução de qualquer problema que você venha a ter no gerenciamento da sua página. Porém, vale ressaltar que este CMS demanda incrementos extras quanto a segurança, algo que você precisa ficar de olho sempre quando mantém sites na web.

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Talvez o principal rival do WordPress quando o assunto é sistemas de gerenciamento de conteúdo, o Joomla figura como uma das principais opções deste mercado. Ele também é utilizado em sites grandes, como a página da Universidade de Harvard, dos Estados Unidos; o site da MTV alemã e também o site sobre tecnologia iTWire.

Ele também se destaca pelas inúmeras aplicações que podem incrementar o funcionamento e os recursos de uma página, além de armazenar conteúdos em diversas linguagens distintas. O Joomla é um dos CMS mais avançados disponíveis hoje e, assim como o WordPress, também é open source, gratuito e baseado em PHP.

Drupal

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O que a seção do Twitter para desenvolvedores, o Popular Science, o site do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e a página do governo dos Estados Unidos têm em comum? Todos usam o Drupal como o seu sistema de gerenciamento de conteúdo. Isso tudo dá uma ideia de que este CMS baseado em PHP está entre os mais bem avaliados do ramo, servindo como uma das principais opções disponíveis na atualidade.

Ele funciona com base em vários módulos que podem ser plugados entre si para colocar uma página e seu conteúdo no ar. Além disso, se destaca pela forma como gerencia múltiplos níveis de conteúdo, permitindo um alto nível de personalização conforme as necessidades de quem o utiliza. Além disso, ele também se destaca pela ampla e atuante comunidade, algo sempre útil na hora de resolver problemas.

TextPattern

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O TextPattern é uma ótima opção para quem prima pela simplicidade, sendo uma escolha bastante popular entre designers. Isso significa que as criações feitas com este sistema de gerenciamento de conteúdo são bastante leves e carregam rapidamente, características cada vez mais convenientes em tempos de internet móvel.

Além de tudo isso, o TextPattern é elegante e está repleto de recursos muito úteis e interessantes para incrementar a criação de conteúdo e a manutenção de uma página na web. Apesar de também ser baseado em PHP, ele perde para os três outros sistemas já citados nesta lista quando o assunto é a quantidade de templates. Entretanto, não deixa a desejar quanto a plugins e outros extras.

Radiant

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O Radiant é um tema baseado em Ruby e altamente indicado para projetos menores. Ele conta com uma linguagem própria para a criação de templates, algo bastante semelhante ao HTML, e oferece uma quantidade bem interessante de plugins, extensões e layouts, criando um ambiente fértil para a criação de páginas na web.

Com uma interface elegante, o Radiant oferece um sistema bastante simples e versátil para o gerenciamento de conteúdo e também para permissões. São diversas estruturas para a organização de tudo o que está em sua página, tudo oferecido de forma flexível e gratuita para qualquer tipo de uso — comercial ou não.

FonteInternet

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TIPOS DE BACKUP: FULL, DIFERENCIAL e INCREMENTAL


FULL:

É uma cópia completa dos dados, ou seja, TODOS os arquivos e diretórios indicados para backup serão copiados independente de qualquer condição. O backup seguinte utiliza o BACKUP FULL como parâmetro, independente do tipo, seja ele Diferencial ou Incremental usará este backup como referencial. Este backup é obrigatório para todos os próximos backups.

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Para restaurar um backup Full, pode se restaurar todo o Job (tarefa) que realizou o backup Full, ou seja, restaurar todos os arquivos que foram copiados ou apenas selecionar os arquivos que se deseja restaurar sobre este job (tarefa).

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Tabela referencial de backup

DIFERENCIAL:

É um backup realizado tomando com base desde do último BACKUP FULL, ou seja, independente do dia que este backup for realizado, ele sempre irá utilizar o último backup full como referência. Caso não exista um Backup Full, será realizado um backup Full ao invés do Diferencial, pois o backup Diferencial irá sempre utilizar o último backup full como base referencial.

Para restaurar um backup Diferencial, pode-se restaurar todo o Job (tarefa) que realizou o backup Diferencial desejado, ou seja, apenas aqueles arquivos que foram copiados tomando como referência o último backup Full, ou se o desejado for restaurar todo o backup desde do Full, é preciso primeiro restaurar o último backup Full e depois o diferencial desejado.

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INCREMENTAL:

Backup Incremental é realizado tomando com base desde do último backup, seja ele FULL, DIFERENCIAL ou INCREMENTAL, ou seja, independente do dia que este backup for realizado ele sempre irá utilizar o ÚLTIMO BACKUP como seu referencial. Caso não exista qualquer Backup como referencial, será realizado um backup full ao invés do incremental, pois o backup incremental irá sempre utilizar o ÚLTIMO BACKUP como referencial.

Para restaurar um backup Incremental, pode se restaurar todo o Job (tarefa) que realizou o backup Incremental desejado, ou seja, apenas aqueles arquivos que foram copiados tomando como referência o último backup, seja ele Full, Diferencial ou Incremental. Caso deseje restaurar todo o backup desde do último backup Full ou outro referencial, é preciso primeiro restaurar o backup utilizado como referencial desejado até o incremental que se deseja restaurar.

Se esta leitura sobre os tipos de backups estiver correta, é possível concluir que em um ambiente onde os dados são alterados com frequência os backups INCREMENTAIS tendem a ter o volume de dados de um backup DIFERENCIAL. E em um ambiente onde o volume de dados não é alterado com tanta frequência, os Backups Incrementais tendem a levar menos tempo para serem realizados e um volume de dados muito menor. Pois o primeiro Incremental tendo como referência o Último Backup Full tende a ter o mesmo volume de um primeiro backup Diferencial que utilizou o mesmo referencial, sendo que nos próximos backups incrementais o volume de dados tende a diminuir bruscamente, assumindo que nesse ambiente o volume de dados não é alterado com tanta frequência.

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TextoChristiano Candido

Fonte: Pesquisa didática

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Telefonia Móvel – Siglas 3G


O que significam letras como E, G, H, H+ e 3G no meu Smartphone???

Quando você está navegando na internet através do seu Smartphone, quase sempre é notado que o símbolo que representa a conexão de dados muda. Esses símbolos são representados por letras que indicam qual o tipo de tecnologia móvel a sua linha está utilizando no momento. Cada uma delas possui características distintas que determinam a velocidade da conexão.

Vamos ver quais são essas letras e qual o significado de cada uma delas:

Letra G – Representa a tecnologia GPRS (General Packet Radio Service).Pode transmitir dados com velocidade de até 171,2 Kb/s (kilobits por segundo), mas raramente alcança essa velocidade e normalmente não passa de 80 Kb/s;

Letra E – Representa a tecnologia EDGE (Enhanced Data Rates for GSM Evolution).Pode transmitir dados com velocidade de 473,6 Kb/s, embora dificilmente ultrapasse 384 Kb/s;

Letra H – Representa a tecnologia HSPA (High Speed Packet Access) ou o padrão HSDPA (High Speed Downlink Packet Access). Essa conexão pode alcançar velocidades relativamente altas, de até 14 Mb/s (megabits por segundo), entretanto taxas tão elevadas dificilmente sejam atingidas no Brasil;

Letra H+ – Representa o padrão HSPA+, também chamado de Evolved HSPA (HSPA Evoluído). Esta tecnologia pode trabalhar com taxas de até 168 Mb/s para download e 22 Mb/s para upload;

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Sigla 3G – Representa as tecnologias móveis de terceira geração. Quando esta sigla aparece em um aparelho, geralmente faz referência à tecnologia UMTS (Universal Mobile Telecommunications Service), que pode atingir velocidades de até 2 Mb/s.

Em suma: é desejável que os aparelhos apresentem sempre os símbolos H, H+ ou 3G. Dessa forma é mais certo que as velocidades de navegação sejam mais rápidas, tornando a utilização de aplicativos que utilizam a transferência de dados mais agradável. Infelizmente não temos controle sobre a tecnologia que os aparelhos usam durante a utilização do serviço, pois o processo é automático e o dispositivo sempre utilizará o melhor tipo de tecnologia disponível na região em que você estiver.

As tecnologias de maiores velocidades normalmente são disponibilizadas pelas operadoras em locais de maior concentração urbana. Ao viajar para locais menos povoados, certamente você encontrará somente conexões (EDGE) e/ou (GPRS), ou até mesmo não haver disponibilidade alguma de rede de dados.

TextoChristiano Candido

Fonte: Pesquisa na Internet

Estatísticas de acessos no ano de 2013


O WordPress.com preparou um relatório anual de 2013 para este blog.

Aqui está um trecho:

Uma composição do metrô de Nova York comporta 1.200 pessoas. Este blog foi visto cerca de 4.100 vezes em 2013. Se fosse um trem do metrô NYC, levaria cerca de quatro viagens para transportar este número de pessoas pessoas.

Clique aqui para ver o relatório completo (em inglês).

Diversos – Backup


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Backup

Quando falamos sobre backup de dados, que nada mais é do que uma cópia de segurança de arquivos, o assunto se estende por diversas formas de entendimento, de acordo com o nível de maturidade de cada um com o assunto. Eu escrevo sempre visando esclarecer as dúvidas dos meus leitores que, em sua maioria, são de usuários finais e que não tem intimidade com o assunto. É certo que nem sempre as questões abordadas ficam cem por cento esclarecidas, mas eu sempre respondo os emails que me enviam quando não entendem integralmente alguma questão.

Começo então esclarecendo o que será explicado ao longo deste artigo. Vou falar sobre backup de dados pessoais, e não de sistema. Bom, aí você pergunta:

Mas qual a diferença entre um arquivo pessoal e um arquivo de sistema?

Simples! Arquivos de sistema são todos aqueles que não são gerados pelo usuário. São arquivos que o próprio sistema gera independente da sua vontade.

Por exemplo:

  • Arquivos de web cache
  • Arquivos temporários (extensão “tmp”, por exemplo)
  • Arquivos de verificação de sistema (antivírus, desfragmentação, updates, etc…)
  • Arquivos de configurações de sistema, e daí vão.

São diversos os tipos de arquivos gerados pelos sistemas que você utiliza no computador.

Muitas vezes os técnicos precisam fazer backups de determinados arquivos de sistemas para reinstalar, por exemplo, algum sistema que apresenta um problema crônico. Para não ter que reconfigurá-lo, faz uso da cópia dos arquivos de configuração.

Já os arquivos pessoais são todos aqueles gerados pelo usuário. Quando criamos um documento de texto, por exemplo, e salvamos no disco rígido ou em um Pendrive, estamos criando um arquivo pessoal. Quando importamos uma foto da câmera digital ou do smartphone, também estamos falando de um arquivo pessoal. Uma música em MP3 ou WMA também é um arquivo pessoal.

Bom, eu acho que agora ficou claro o que é um arquivo pessoal e um arquivo de sistema, não é mesmo? Agora sim vou falar sobre os backups.

Os sistemas operacionais modernos normalmente vêm com aplicativos diversos que são utilizados no dia-a-dia por seus usuários. São aplicativos basicamente úteis e, entre eles, está o de backup. Eu sempre recomendo que os aplicativos nativos de qualquer sistema sejam sempre utilizados para as tarefas que precisamos, pois eles são homologados pelos desenvolvedores do sistema operacional ao qual ele vem instalado.

No caso do sistema operacional Microsoft Windows, seja ele qual for a versão, basta digitar na barra de busca do menu “iniciar” o termo “backup” que o aplicativo de referência aparecerá na lista. Nas versões anteriores ao Windows Seven, o aplicativo se chamava “Microsoft Backup” e no Windows Seven se chama “Backup e Restauração”.

Para fazer a cópia dos arquivos, em ambos os casos, o procedimento é simples. Basta seguir as instruções fornecidas pelo próprio aplicativo, interagindo a cada passo conforme as solicitações de cada tela. Este processo é chamado de “wizard”, pois a formatação das configurações é automatizada de acordo com as informações fornecidas durante a sua interação.

É importante que você defina previamente a mídia que será usada no backup, pois é nela que serão armazenados os dados copiados para uma futura possível recuperação. Atualmente existem diversas mídias no mercado de diferentes tamanhos de armazenamento e diversos tipos de materiais.

Vou citar alguns:

  • CD-R
  • DVD-R
  • Fitas magnéticas
  • Hard Disk (ou disco rígido, ou HD, como preferir)
  • Pendrives
  • Cloud Storage (armazenamento em nuvem)

O que difere uma mídia de outra são:

  1. Capacidade de armazenamento
  2. Vida útil da mídia
  3. Segurança dos dados

Em geral, as mídias de maior capacidade e segurança são utilizadas em grandes corporações e são feitas com uma freqüência semanal ou até mesmo diária, em alguns casos. As mídias de maior capacidade são as fitas magnéticas (não vamos falar aqui dos diversos tipos de fitas magnéticas, mas temos vários tipos de fitas com diversas capacidades de armazenamento, que vai de alguns poucos GB até 1.6TB, os Hard Disks e, em casos específicos, Cloud Storage).

No caso dos backups pessoais o mais comum, atualmente, é fazer uso de Pendrives ou HDs externos, pois reúnem as características mais favoráveis para o armazenamento de dados: espaço, vida útil e segurança. Cada um com suas características próprias:

Pendrive:

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Vantagens: Dependendo da quantidade de dados que serão copiados é uma boa opção, além de serem bem resistentes a impactos (principalmente os emborrachados), tem capacidade de formatação (isso aumenta a segurança, dependendo do sistema de arquivos escolhido), também tem a vida útil bem prolongada, além de ser resistente a intempéries.
Desvantagem: Tamanho de armazenamento limitado, dependendo da quantidade de arquivos a serem copiados.

HD:

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Vantagens: Considerável tamanho de armazenamento, alta velocidade de conexão e particionamento gerenciável.

Desvantagem: É um equipamento muito frágil.

Para os usuários dos sistemas Linux, são utilizadas as mais diversas ferramentas de backup disponíveis. Dependendo da distribuição utilizada, o desenvolvedor disponibiliza nativamente um aplicativo. Da mesma forma que no sistema Windows, as ferramentas Linux também vem com um “wizard” para orientá-lo no decorrer do processo.

Independentes dos aplicativos nativos de cada sistema existem outros diversos desenvolvidos por vários desenvolvedores. Vou citar alguns:

Para Windows:

  • Microsoft Backup
  • Cobian Backup
  • Personal Backup
  • Iperius Backup
  • Backup Maker
  • Simple Backup Tool
  • Paragon Backup & Recovery
  • Backup Chunker
  • Argentum Backup
  • Hardlink Backup

Para Linux:

  • Bacula
  • BackupPC
  • Konserve
  • FileBackup
  • Areca Backup
  • iRep
  • KBackup
  • Deja Dup Backup
  • Stick Backup
  • SBackup

Conheço muita gente que, pelo simples fato de não dar importância ao hábito de fazer backup dos seus dados, esteve “enrascado” por ter perdido arquivos extremamente importantes como planilhas de trabalho, teses de doutorado, fotos de pessoas que já se foram entre outras coisas, portanto, considere sempre como importante essa simples tarefa de copiar seus arquivos em mídias externas.

Existem empresas especializadas em recuperação de dados de mídias defeituosas. Essas mídias podem ser Hard Disks, CDs, DVDs e, em alguns casos, fitas magnéticas. Nem sempre é possível a recuperação dos arquivos. Por este motivo as mídias são encaminhadas para uma prévia avaliação dos técnicos/engenheiros e só então é possível obter um diagnóstico com as possibilidades. Este serviço é muito caro e por isso a prevenção é um fator importante.

Repense sobre a importância que seus arquivos representam e avalie se vale à pena ou não preocupar-se com backups.

Até a próxima!

TextoChristiano Candido

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T.I. Sistemas Diversos – DVR (Digital Video Recorder)


Digital Video Recorder

digital_video_recorder_31_33154DVR ou PVR (acrônimos para Digital Video Recorder e Personal Video Recorder, respectivamente) é um sistema de gravação de vídeo que permite gravar programações para que possam ser reproduzidas posteriormente. Trata-se de um dispositivo receptor de TV por satélite ou cabo com circuitos de descodificação de sinal, com um gravador de vídeo integrado composto por um dispositivo de armazenamento (normalmente um Hard Disk) ou porta USB destinado à conexão de dispositivo da mesma natureza, que grava os programas como se estivesse “capturando” um vídeo em um computador.

Como funciona:

O sinal chega através do cabo e é enviado a um tuner sintonizador de TV que separa os canais de áudio e vídeo. Na sequência os sinais são enviados para o decodificador que abre o sinal e o envia para um circuito de saída que se divide em áudio e vídeo.

Recursos:

DVR, diferente do vídeo cassete, grava a programação em mídia digital e não em fita cassete. Os dados são gravados por meio de bits e podem ser copiados e editados em qualquer computador como arquivos de multimídia. Existe um recurso interessante que é a possibilidade de “pausar” a programação de TV. Durante a exibição do programa é possível “congelar” a imagem por alguns momentos e continuar a assistir posteriormente, mesmo que seja ao vivo. Na verdade isso não se aplica ao termo “pausar a programação ao vivo” exatamente. O que ocorre é que quando se pressiona a tecla de pause no controle remoto de um DVR, o sistema começa a gravar instantaneamente o programa e congela os quadros da imagem atual, dando um aspecto de vídeo pausado. Ao pressionar a tecla play, o trecho que havia sido gravado até aquele momento passa a ser exibido, enquanto a programação continua a ser gravada em segundo plano. Dessa forma, até que se finalize este processo (pressionando a tecla stop), o sistema continuará gravando o canal.

Existem outras possibilidades interessantes como, por exemplo, assistir um canal enquanto se grava outro, assistir dois ou mais canais ao mesmo tempo dividindo a tela da TV, agendar gravações futuras, entre outras coisas. Essas características são disponibilizadas de acordo com os modelos de aparelhos disponíveis pelos fabricantes.

Todos os DVRs tem recursos de busca de canais por classe, por ordem alfabética, pelo nome do programa, pelo nome dos atores e, em alguns casos de equipamentos mais sofisticados, por palavras chave.

Tamanho dos arquivos:

O tamanho dos arquivos gerados pelas gravações varia de acordo com a qualidade e compressão utilizadas pelos CODECS adotados por cada fabricante em seus equipamentos, podendo variar, inclusive, de modelo para modelo. Vou citar como exemplo, o tamanho gerado pelo sistema Giga Pocket, da Sony. O sistema em questão oferece três modos de qualidade de gravação:

  • Modo LP – Gera arquivos MPEG-1 de alta compressão. Uma hora de gravação consome cerca de 600 Megabytes.
  • Modo SP – Gera arquivos MPEG-2 de compressão moderada. Uma hora de gravação consome cerca de 1,7 Gigabytes.
  • Modo HQ – Gera arquivos MPEG-2 de alta qualidade. Uma hora de gravação consome cerca de 3,35 Gigabytes.

Dessa forma, se você tem um Hard Disk de 60 Gigabytes, conclui-se que você pode armazenar:

 Em modo LP– Cerca de 100 horas de vídeo.

Em modo SP – Cerca de 36 horas de vídeo.

Em modo HQ – Cerca de 18 horas de vídeo.

Em termos de qualidade:

  • Modo LP – Granulação perceptível, mas pode ser assistido sem maiores problemas.
  • Modo SP – Melhor qualidade. Pode ser assistido em condição mais agradável.
  • Modo HQ – Alta qualidade. A diferença Entre SP e HQ não é tão notável quando se assiste a um programa gravado por cabo, entretanto, se estiver gravando em sinal s-vídeo vindo de um reprodutor de DVD ou filmadora, o modo HQ seja o mais indicado.

 Até a próxima!

 

TextoChristiano Candido

Fonte: Pesquisa na Internet

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